segunda-feira, 29 de junho de 2009

Black or White?


A atualização do blog durante os finais de semana será a minha maior dificuldade. Fico fora de casa a semana inteira, passo mais tempo no trabalho do que em meu lar, então aproveito o sábado para resolver meus problemas particulares - depois que casei eles aumentaram, e no domingo curto a família e assisto futebol. Acredito que vou melhorar e o blog não ficará apenas no entusiasmo inicial.

Durante o final de semana o assunto mais discutido em todo mundo foi a morte do astro pop Michael Jackson. A mídia já explorou esta notícia em todas as vertentes possíveis e impossíveis, afinal, já estava na hora desta matéria sair da gaveta.

Como deixar de falar de uma pessoa que influenciou um gênero musical e causou histerias por onde passou. Michael Jackson produziu muito artisticamente, com suas músicas e sua dança inconfundível atingiu números inimagináveis e que jamais serão alcançados por outro artista musical.

Muito se falou sobre seus gostos egocêntricos, mas isto não deveria vir ao caso pois estamos falando de um gênio, afinal qual foi o gênio que não se perdeu ao se defrontar com o mundo fora daquele particular em que construiu para viver? Garrincha, o gênio das pernas tortas, se perdeu com a bebida; Van Gogh, e suas tendências impressionistas, reconhecidas após seu suicídio; Freud e a psicanálise; Bethoven, entre outros.

Guardo na memória as apresentações do menino negro que encantou os Estados Unidos ao formar ao lado dos seus irmãos, por imposição do pai, o grupo Jackson Five e, mais tarde, já em carreira solo, conquistou o mundo com suas canções que ficarão imortalizadas devido tamanho sucesso.

Aos que ainda criticam o estilo de vida que Michael levava e suas opções, a mim não cabe julgar se eram certas ou erradas, deixem o menino descansar em paz...

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